• Tarsila do Amaral

    TARSÍLA DO AMARAL – MORRO DA FAVELA

    Análise de quadro

     

    Tarsila do Amaral

    INTRODUÇÃO

    Morro da favela foi pintado por Tarsila do Amaral (1886-1973), pintora brasileira modernista,  em 1924. Ese quadro faz parte do período “arte naif”, ou seja “arte ingênuo”. Umas de suas obras principais são Urutu (1928) e A Cuca (1924).

    Aqui, interessaremo-nos sobre Morro da favela com uma análise da obra. Em um primeiro lugar, descreveremos a obra, após perguntaremos qual é o arte naif e finalmente observaremos a identidade nacional.

     

    DESCRIÇÃO DA OBRA

    A pintura mostra-nos muito pequenas casas ou cabanas de todas cores. Demais, podemos ver a uma população negra e um cão branco. Ao primeiro plano, vemos plantas como cactos por exemplo. Mas é importante chamar a atenção para as cores alegres e gritantes, que criam um contraste enorme. Além do mais, é uma cena diária, popular que tem lugar em uma favela.

     

    QUAL É O ARTE NAIF?

    O arte naif, ou arte ingênuo/primitivo, é um movimiento artístico com muitas especificações: primeiro, as perspectivas, as cores e as dimenções não são respeitadas. Com efeito, parece a um desenho de criança. Segundo, os assuntos são principalmente populares: ora os personagens vestem-se de roupa tradicional, ora os paisagems refletem a campanha.

    Aqui, todos estes especificações são verificadas: as cores são alegres e vivas. Distinguemos ao verde-mata, ao azul-céu, ao vermelho-sangue, ao amarelo-gema, ao rosa-violáceo e ao marrom-terra. O contraste aqui é muito grande.

    Além disso, o quadro representa a persongens populares e tradicionais. Mostra-nos a vida diária da favela.

    A IDENTIDADE NACIONAL

    No que refere a este quadro, é importante chamar atenção sobre a identidade nacional que é muito presente dado que encontramos plantas tipicas do Brasil (o cactus por exemplo). O céu azul e a cor de terra também são elementos nacionais. A pintora quer sublinhar a cultura primitiva, a vida nas favelas.

     

     

    CONCLUSÃO

     

    Escolhei este quadro por várias razões: antes de tudo, acho que o arte naif não tem sufisamente atenção. É um estilo complexo que mescla-se com o espressionismo com o uso das cores vivas e gritantes, o surrealismo com a deformação e gigantismo das imagens e que presenta paisagens subconscientes que faz lembrar na infância. Aliás, é também a manifestação de uma identidade nacional forte.

     

     

     

     

    NOTA BENE: Disculpa para as faltas, o português não é a minha primeira lingua. Só sou uma estudante que quero aprender a lingua.


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